Padrinho

A escolha dos padrinhos não era algo trivial em Portugal nos séculos passados. O princípio geral, nos informam Queiroz e Moscatel, era de que para apadrinhar uma criança, antes do século XX, bastava ser batizado e poder comungar. Sendo assim, um menor de idade poderia se tornar padrinho de seu irmão mais novo.

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Endereço

Os assentos paroquiais nem sempre tiveram a mesma estrutura, como já informei em texto anterior sobre sua evolução desde o século XVI. Os assentos de óbito, por exemplo, já no século XVI podiam informar a data do óbito e o local de residência do falecido. Graças a essas informações, e de posse de mapas da época, podemos descobrir exata ou aproximadamente […]

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Fidelidade

Um genealogista não deveria buscar méritos em diatribes políticas. Exceto, claro, quando o alvo de suas investigações teve algum envolvimento na política de sua época e – especialmente – quando o pensamento crítico desse alvo parece trazer alguma reflexão para as discussões do momento em que vive o genealogista.

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Gerações

Uma estratégia bastante usada para encontrar os assentos paroquiais é seguir a regra dos 25. Segundo essa regra, cada geração se separaria das outras por um intervalo de 25 anos. Assim, imaginemos o caso em que temos uma certidão de casamento de nossos avós, onde se informa que o casamento ocorreu em 1853.

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