Testamento

Neste terceiro texto sobre o evento da morte – leia aqui o primeiro e aqui o segundo -, o foco será o testamento,  o qual se tornou o instrumento de nomeação do herdeiro, tal como é hoje, durante o Império Romano. Com a queda do Império Romano, e posteriormente com a crescente influência da Igreja Católica, tornou-se também um instrumento de salvação da alma. Todo bom cristão deveria deixar um testamento, como se diz na expressão corriqueira, “para seu bem de alma” de modo a evitar morrer sem fazê-lo ou, como se diz em latim, ab intestato. Via de regra, um testamento…

Viático

Este segundo texto dedicado ao evento da morte – leia aqui o anterior – trata dos sacramentos da Igreja, os quais, talvez você já saiba, são em número de sete: Batismo Confissão, penitência ou reconciliação Eucaristia Confirmação ou crisma Sagrado matrimônio Ordens sagradas Unção dos enfermos Nos assentos de óbito, os párocos costumavam declarar que os moribundos haviam recebido os sacramentos antes de morrer. Havia, entretanto, quem morresse sem recebê-los, como ocorreu com um tio-avô de minha bisavó paterna, cujo assento de óbito se vê abaixo: Aqui a transcrição: Aos 20 dias do mês de fevereiro do ano de 1842, morreu José Pinto do…

LAI

Na atualização de um texto anterior, eu mencionava que havia obtido uma prova documental oficial que validava outra que consegui em uma base de dados de periódicos – a Hemeroteca Digital. Nessa mesma atualização, eu declarava que a prova documental oficial havia sido obtida graças a uma lei. Cabe agora uma explicação sobre essa lei e seu valor para o pesquisador.

Google

A pesquisa genealógica é realizada principalmente em fontes primárias – assentos paroquiais de batismo, casamento e óbito; testamentos; cartas; jornais e revistas entre outros -, mas também pode recorrer a bases de dados criadas a partir das já citadas fontes primárias e mesmo a pesquisas genealógicas já produzidas. Outra ferramenta útil, embora ao mesmo tempo superestimada e subestimada, é o motor de buscas Google.

Americanos

A comunidade de herança portuguesa nos Estados Unidos era estimada em mais de um milhão em 2015, o que correspondia então a 0,4% da população americana. Embora haja registro de presença portuguesa na América colonial já no século XVII, foi no século passado que a imigração cresceu de forma significativa. As comunidades estabeleceram-se especialmente no nordeste do país, em cidades como Nova Jersey, Nova York, Connecticut, Rhode Island e Massachusetts.