Ausente

Participo de várias comunidades dedicadas à genealogia no Facebook. Embora algumas sejam mais úteis e ativas que outras, considero a participação nessas comunidades uma excelente forma de aprendizagem para o genealogista amador, pois nelas costumam ser publicadas dúvidas e pedidos de ajuda que, ainda que não tenham a ver com nossas pesquisas pessoais, oferecem lições preciosas sobre como e onde fazer buscas com mais chances de sucesso.

Caos

Em texto anterior, abordei a importância dos relatos, histórias ou causos de família para a pesquisa genealógica. Essa importância se revelou há alguns meses quando, em conversa com uma prima de terceiro grau, ela informou que sua mãe era assinante de um jornal local – o Correio da Lavoura, fundado em 1917 – cujos proprietários (os Belém de Azeredo na geração atual) fariam parte de nossa família (os Pereira Belém). Algum tempo depois de ouvir esse relato, iniciei a busca pela possível relação entre as famílias, o que envolveu uma pesquisa em trabalhos acadêmicos, em registros cartoriais e em edições do jornal.

Nobres

Uma tentação para os genealogistas amadores que começam a ganhar prática na busca e transcrição de assentos paroquiais é a de encontrar um nobre em sua linha familiar nos séculos passados. Essa tentação pode ser alimentada pela descoberta de um antepassado cujo apelido ou sobrenome seja identificado com uma linhagem nobre bastante conhecida. No processo de elaborar o ramo paterno de minha árvore familiar me deparei com dois casos desses.