Xindonga

Alcunhas – ou apelidos, como se diz no Brasil – costumam ser atribuídas para destacar uma característica física ou de personalidade de uma pessoa, ou até mesmo, como foi o caso de um antepassado em Portugal, para refletir sua posição dentro da família no que diz respeito à transmissão dos bens. Mas o que dizer de uma alcunha que denota o pertencimento a uma etnia que talvez diga algo sobre o local de origem de uma família?

Indenização

Theodora Maria da Conceição é minha bisavó materna e uma personagem bastante complexa de minha árvore familiar. A complexidade se deve ao fato de haver evidências discordantes relativas ao ano de seu óbito, ausência de informações objetivas sobre seus pais e também a respeito de sua cidade de nascimento – Nova Iguaçu ou Itaguaí.

Ausente

Participo de várias comunidades dedicadas à genealogia no Facebook. Embora algumas sejam mais úteis e ativas que outras, considero a participação nessas comunidades uma excelente forma de aprendizagem para o genealogista amador, pois nelas costumam ser publicadas dúvidas e pedidos de ajuda que, ainda que não tenham a ver com nossas pesquisas pessoais, oferecem lições preciosas sobre como e onde fazer buscas com mais chances de sucesso.

Nobres

Uma tentação para os genealogistas amadores que começam a ganhar prática na busca e transcrição de assentos paroquiais é a de encontrar um nobre em sua linha familiar nos séculos passados. Essa tentação pode ser alimentada pela descoberta de um antepassado cujo apelido ou sobrenome seja identificado com uma linhagem nobre bastante conhecida. No processo de elaborar o ramo paterno de minha árvore familiar me deparei com dois casos desses.

Libertas

Em texto anterior, discuti o resultado de um teste genético que comprovaria um fato desconhecido em minha família materna: minha avó materna, que para todos os efeitos era branca, na verdade tivera uma avó ou bisavó escrava. Outro fato igualmente surpreendente foi a descoberta de que também meu bisavô, pai de minha avó materna, tivera antepassadas escravas.

Relato

Não sou historiador, porém a pesquisa genealógica me obriga a estudar não apenas a respeito dos períodos históricos em que viveram meus antepassados como também a respeito do fazer histórico propriamente dito – a coleta das fontes documentais, sua análise e o registro dos resultados – e da historiografia, o estudo da evolução dessa ciência. Na seção Livros apresento as obras que busquei para melhor realizar minhas análises e interpretações dos diversos registros documentais que encontro para trazer à luz a história de minha família.