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Imigração

O povo brasileiro como o conhecemos hoje foi construído graças à imigração – voluntária ou involuntária – e à miscigenação. A imigração involuntária deu-se durante os primeiros anos da colônia com a chegada dos indesejáveis da corte e, logo depois, com a crescente importação de milhões de africanos capturados e escravizados. A imigração voluntária deu-se ao longo da história e, […]

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Migalhas

Nos vários grupos de que participo no Facebook, costumo encontrar relatos queixosos de confrades que parecem ter estacionado nas pesquisas sobre um ou outro ramo de suas árvores – para não falar dos que acreditam haver estacionado em ambos os ramos. A situação parece desesperadora, mas tendo a acreditar que pode haver saídas, ainda que tudo o que se consiga […]

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Expurgo

Como consequência do conflito que pôs em lados opostos os irmãos d. Pedro (1789-1834), defensor da constituição liberal, e d. Miguel (1802-1866), defensor do absolutismo, centenas de liberalistas sofreram expurgos e perseguições pelos partidários de d. Miguel. Entre as vítimas estava meu primo afastado, o bacharel José Pinto Rebello de Carvalho (1788-1870).

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Rivalidade

Os assentos paroquiais nos dizem muito sobre a vida de nossos antepassados, mas, com as devidas exceções, trazem apenas informações factuais, tais como datas e locais, além, claro, dos vínculos familiares – pais, avós, tios, irmãos – e de afeto – padrinhos e madrinhas. O que eles não trazem, no entanto, são informações a respeito da vida cotidiana, que podemos […]

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Assassinato

Na noite de 27 de junho último foi assassinado na vila de S. João da Pesqueira, ao recolher-se para sua casa, o Dr. António Júlio Pinto Ferreira, advogado e deputado daquele círculo [na] sessão legislativa que se abriu em janeiro de 1865. […]

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Alfaiate

“Quase não há diferença entre uma e outra fábrica. Desde o Jardim Botânico até Paracambi, e desde Bangu até Petrópolis, em toda parte sente-se a mesma escravidão, idênticos são os sofrimentos do trabalho rude e da vida miserável”. – Pelas Fábricas de Tecidos, In: 1911, A Guerra Social, periódico anarquista, citado por Carlos Augusto Addor.

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Fauno

Aos quinze dias do mês de setembro de mil setecentos e onze, batizei e pus os santos óleos a Luís, filho de Anna Luís. Não quis nomear o pai, digo, deu por pai o padre José de Amaral, da granja do Tedo. Fiz, assinei dia, mês era ut supra.

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Memória

Não me canso de repetir que toda família deveria se preocupar em guardar cartas, diários, fotografias e relatos orais para a posteridade. Mais do que servir apenas a fins práticos como a busca de cidadania estrangeira, essa atitude ajuda a preservar  a memória da família, que julgo ser um bem imaterial dos mais valiosos.  

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