Fauno

Aos quinze dias do mês de setembro de mil setecentos e onze, batizei e pus os santos óleos a Luís, filho de Anna Luís. Não quis nomear o pai, digo, deu por pai o padre José de Amaral, da granja do Tedo. Fiz, assinei dia, mês era ut supra.

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Papagaio

José António dos Santos Morgado (1746-1841), meu antepassado de cinco gerações, apresenta em suas linhagens paterna e materna uma característica curiosa – alcunhas em parentes do sexo masculino.

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Ausente

Participo de várias comunidades dedicadas à genealogia no Facebook. Embora algumas sejam mais úteis e ativas que outras, considero a participação nessas comunidades uma excelente forma de aprendizagem para o genealogista amador, pois nelas costumam ser publicadas dúvidas e pedidos de ajuda que, ainda que não tenham a ver com nossas pesquisas pessoais, oferecem lições preciosas sobre como e onde […]

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Raridade

Em textos anteriores, tratei da complexa onomástica portuguesa, isto é, dos costumes de atribuição de nomes e apelidos (sobrenomes) praticados em Portugal em séculos passados.

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Papa

No ritual do batismo católico, a criança é ungida com óleos santos, e esse ato era normalmente descrito nos assentos paroquiais  antigos. No assento que se vê abaixo, de minha antepassada direta de cinco gerações, não foi diferente.

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Relevância

Até que os cartórios e conservatórias se tornassem responsáveis pelo registro civil, eram as paróquias que se encarregavam de produzir e manter as informações sobre os momentos considerados mais importantes da vida das pessoas, pois estavam relacionados aos principais sacramentos da Igreja: nascimento (batismo), casamento (sagrado matrimônio) e óbito (comunhão e extrema-unção).

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Nascimento

Aos 23 dias do mês de dezembro do ano de 1794, batizei solenemente a Júlio, que tinha nascido em 14 do dito mês, filho legítimo e primeiro casamento de Manoel de Araújo e Luisa do Amaral, desta freguesia colegiada de Barcos, neto pela parte paterna de Manoel de Araújo e sua mulher Quitéria Maria de Macedo, e pela materna neto de Luis do Amaral e sua mulher Maria Clara, todos os nomeados naturais desta dita freguesia de Barcos. Foram padrinhos o padre José Pereira da Motta e sua irmã Maria Theresa, tios pela parte materna do mesmo batizado.

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Mobilidade

Até onde pude averiguar, e contando minha árvore já com cerca de 500 antepassados diretos e indiretos, boa parte de minha família paterna vivia entre Bragança (Carrazeda de Ansiães), Vila Real (São Mamede de Ribatua) e Viseu (Tabuaço, Tarouca), ou seja, entre o norte e o centro de Portugal.

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