Abreviaturas

Talvez por se verem assoberbados, talvez por comodidade, certamente por costume, os párocos usavam muitas abreviaturas no registro dos assentos de batismo, casamento e óbito. A quantidade de abreviaturas variava bastante, e dentro de um mesmo livro de registros é possível encontrar textos perfeitamente compreensíveis e outros que demandam algum tempo para serem decifrados.

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Gerações

Uma estratégia bastante usada para encontrar os assentos paroquiais é seguir a regra dos 25. Segundo essa regra, cada geração se separaria das outras por um intervalo de 25 anos. Assim, imaginemos o caso em que temos uma certidão de casamento de nossos avós, onde se informa que o casamento ocorreu em 1853.

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Apelidos

Ter sobrenome – ou apelido, como se diz em Portugal – é hoje normal. Em tempos remotos, no entanto, eles nem mesmo existiam e, quando passaram a existir, demoraram muito tempo para se tornar obrigatórios. Em Portugal, por exemplo, isso apenas ocorreu, a partir de 1928, embora seu uso fosse regulamentado desde 1911.

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Casamentos

A pesquisa genealógica costuma começar pelos documentos que estão na mão do pesquisador, normalmente sua própria certidão de nascimento, a certidão de casamento (ou óbito) de seus pais e, com um pouco de sorte, a de seus avós. Infelizmente, conforme se avança pelas gerações e os séculos, é certo que não haja mais documentos disponíveis em arquivo pessoal.

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