Fauno

Aos quinze dias do mês de setembro de mil setecentos e onze, batizei e pus os santos óleos a Luís, filho de Anna Luís. Não quis nomear o pai, digo, deu por pai o padre José de Amaral, da granja do Tedo. Fiz, assinei dia, mês era ut supra.

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Memória

Não me canso de repetir que toda família deveria se preocupar em guardar cartas, diários, fotografias e relatos orais para a posteridade. Mais do que servir apenas a fins práticos como a busca de cidadania estrangeira, essa atitude ajuda a preservar  a memória da família, que julgo ser um bem imaterial dos mais valiosos.  

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Arthurzico

Cypriana Antunes Coimbra nasceu em Tonda, concelho de Tondela, Viseu, Portugal, em fevereiro de 1903 e veio para o Brasil quando tinha 14 anos. Era filha de jornaleiros, isto é, agricultores que eram pagos por jornadas de trabalho. Cypriana foi provavelmente mais uma das milhares de portuguesas que desembarcaram no Rio de Janeiro no início do século XX em busca […]

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Polícia

Meu avô Antônio Maria Pinto de Araújo teve dois casamentos. Sou neto de Josefa, com quem ele se casou aos 50 anos, em 1918, depois um breve período de viuvez decorrente da perda de sua primeira esposa Luiza de Macedo, com quem ele chegou no Porto de Santos, São Paulo, em 14 de abril de 1905, trazendo os sete filhos […]

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Paralelos

Dizer que a pesquisa genealógica costuma nos apresentar surpresas é como chover no molhado. Nem sempre as surpresas são gratas, mas ainda assim têm o poder de nos assombrar.

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Theodora

A pesquisa em assentos e certidões deveria oferecer ao pesquisador e à pesquisadora dados objetivos a partir dos quais poderia construir a história de uma pessoa ou família. Mas nem sempre é assim. Existe em minha árvore um caso, nem tão remoto no tempo, que deveria ter sido solucionado, porém parece apenas se complicar com cada novo registro encontrado.

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Papagaio

José António dos Santos Morgado (1746-1841), meu antepassado de cinco gerações, apresenta em suas linhagens paterna e materna uma característica curiosa – alcunhas em parentes do sexo masculino.

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Cunhada

Levirato ou levirado – de levir, cunhado em latim – é o nome que se dá ao casamento celebrado entre um homem e a viúva de um de seus irmãos que não deixou descendente do sexo masculino. Trata-se de um costume citado já no Velho Testamento e consta que ainda seja praticado em algumas comunidades da Ásia.

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