Exilados

A pena de degredo – exílio involuntário com aproveitamento da mão-de-obra do degredado – foi aplicada em Portugal durante sete séculos até ser abolida do Código Criminal português em 1954. Aqueles que cometiam atos considerados ofensivos à Coroa ou à Igreja eram frequentemente obrigados ao exílio nas colônias, onde eram forçosamente integrados à economia local. Mas houve também aqueles que recorreram ao exílio voluntário para salvar a própria pele.

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Hipóteses

Toda boa pesquisa deve começar com uma hipótese ou ao menos com uma pergunta. Assim deve ser também com a pesquisa genealógica, mesmo que as hipóteses ou perguntas não estejam todas formalmente descritas. O caso que passo a descrever envolve um personagem sobre quem já escrevi muitas vezes aqui no blog e de quem certamente ainda terei muito a dizer – José Pinto Rebello de Carvalho (1788-1870), natural de Barcos, primo de minha trisavó e exilado durante a Guerra Civil portuguesa (1828-1834).

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Falantes

Conquanto à luz das ciências naturais os mortos não possam falar, à luz da genealogia podemos, sim, dar voz a antepassados que faleceram há centenas de anos, tentando entender o que desejavam, que valores morais ou espirituais possuíam e que princípios traçavam para suas vidas. É o que tenho tentado fazer em minhas pesquisas sobre um primo de minha trisavó sobre quem tenho me dedicado há algum tempo.

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Personagem

Não é sempre que se encontra na própria árvore genealógica um antepassado que poderia ser descrito como um personagem. Um caso desses é digno de registro, principalmente quando esse antepassado-personagem participou de eventos importantes na história de seu país. Esse foi o caso de José Pinto Rebello de Carvalho, primo de minha trisavó paterna em Barcos, Tabuaço, Viseu.Leia mais »