Comunista

No Brasil, diz-se que futebol, política e religião são assuntos que não se devem discutir.  Hoje, com o acirramento das posições à esquerda e à direita – o que quer que isso queira significar no Brasil -, mais do que nunca essa afirmação parece refletir a verdade. Em termos políticos, creio estar alinhado com o liberalismo de meu admirado e […]

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Achado

Segundo nota publicada na edição 117 do Correio Mercantil, e Instructivo, Politico, Universal do dia 29 de abril de 1859, saiu do Porto do Rio de Janeiro no dia anterior, com destino a Campos, o vapor Ceres, de 182 toneladas, levando vários gêneros e passageiros, dentre os quais:

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Assimilação

José Macedo de Araújo nasceu por volta de 1895 na vila de Barcos, no concelho de Tabuaço, em Viseu, Portugal. Era filho de meu avô Antonio e de sua primeira mulher Eliza de Macedo. Era também o filho – homem – mais velho quando meu avô chegou com a mulher e seus sete filhos ao porto de Santos, no estado de São Paulo, em 14 de abril de 1905. A família se estabeleceu na vila de Maxambomba, atual Nova Iguaçu, estado do Rio de Janeiro.

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Desbravadores

Eu sempre acreditei que a história de minha família paterna no Brasil havia começado com a chegada de meu avô Antônio Pinto de Araújo (1868 – 1946), pai de meu pai, e sua primeira família na cidade portuária de Santos, no estado de São Paulo, em abril de 1905 – meu avô Luiz Rebosa, pai de minha avó, chegou no ano seguinte. Mas as pesquisas têm mostrado algo diferente: outros parentes podem ter vindo antes, provavelmente em busca de “fazer a América” ou por razões ainda não esclarecidas.

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Navegante

Júlio Pinto Rebello (1839 – ?) foi um primo de minha trisavó paterna sobre quem já escrevi outros textos aqui no blog. Durante uma busca por seu nome no Google – ainda falarei sobre o uso dessa ferramenta na pesquisa genealógica -, encontrei uma menção no Correio Mercantil, vista abaixo, a certo “portuguez Julio Pinto Rebello” que teria chegado à capital […]

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