Gerações

Uma estratégia bastante usada para encontrar os assentos paroquiais é seguir a regra dos 25. Segundo essa regra, cada geração se separaria das outras por um intervalo de 25 anos. Assim, imaginemos o caso em que temos uma certidão de casamento de nossos avós, onde se informa que o casamento ocorreu em 1853.

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Exorcismos

A pesquisa genealógica frequentemente nos apresenta surpresas sobre antepassados de cuja existência jamais suspeitamos. Essas surpresas, no entanto, nem sempre são agradáveis.  É verdade que ninguém deseja descobrir que um antepassado cometeu um furto ou algo mais drástico, como um homicídio ou até o suicídio, mas foi exatamente este último caso o que descobri em minha pesquisa.

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Tridentino

Trechos como o seguinte são frequentes em vários assentos de casamento: Aos 20 dias do mês de maio do ano de 1792 se receberam na minha presença e das testemunhas ao diante nomeadas na forma do concílio tridentino e constituições deste bispado […]

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Misto

Os assentos paroquiais, como já informei em outro texto, eram os meios de registro dos principais eventos da vida das pessoas – nascimento e batismo, casamento e óbito – até que tais registros passassem a ser feitos em conservatórias de registos civis, os cartórios portugueses, a partir de 1911.

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Apelidos

Ter sobrenome – ou apelido, como se diz em Portugal – é hoje normal. Em tempos remotos, no entanto, eles nem mesmo existiam e, quando passaram a existir, demoraram muito tempo para se tornar obrigatórios. Em Portugal, por exemplo, isso apenas ocorreu, a partir de 1928, embora seu uso fosse regulamentado desde 1911.

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Desafio

O doutor médico José Pinto do Souto (?-1842) é um personagem interessante de minha árvore genealógica: foi pai do bacharel José Pinto Rebello de Carvalho (1788-1870), exilado durante a Guerra Civil por resistir à causa absolutista de d. Miguel, irmão de Pedro IV (Pedro I do Brasil); foi pai do tenente Caetano Pinto Rebello (1792-1876), que serviu com as forças leais a […]

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Evolução

Em texto anterior, comentei que a quantidade de informações contidas nos assentos de batismo, casamento e óbito variou ao longo dos séculos em Portugal. Como afirmam Queiroz e Moscatel, do século XVI ao século XIX, os assentos incorporaram mais informações.

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Assentos

Assento é o nome que a igreja dava aos documentos que registravam os principais eventos da vida nos séculos passados, antes que os registros passassem a ser obrigatoriamente feitos em cartórios, o que em Portugal ocorreu a partir de 1911. Os três assentos principais eram o de batismo, o de casamento e o de óbito, e as paróquias costumavam manter livros separados para cada tipo de registro – ou registo, como se diz em Portugal -, embora houvesse livros mistos.

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